Os monges tibetanos acreditam que os melhores professores são os nossos inimigos que nos ensinam a ter paciência e compaixão.
Andei pensando no assunto e conversando com a minha mestra de Reiki ela também me disse que as pessoas boazinhas não nos ajudam ou ajudam pouco com o nosso desenvolvimento.
Ela explicou que os bonzinhos não nos desafiam, não nos criticam, não apontam os nossos erros, e com isso não nos indicam onde precisamos melhorar.
Já nossos inimigos, nos desafiam, nos fazem sair de uma posição de conforto e nos obrigam a agir para superar esses desafios, nos fazendo crescer. Aqueles que nos criticam apontam nossos erros, permitindo que tenhamos consciência deles e possamos refletir, procurando corrigí-los e assim nos desenvolver.
Ela deu um exemplo simples mas que ilustra a situação. Acontece quando estamos com uma sujeira no dente (a famosa couve
), os bonzinhos ficam com receio de nos constranger ou de nos chatear e não avisam da sujeira no dente, com isso acabamos ficando com a sujeira lá fazendo mal à nossa imagem. Por outro lado os que querem nos constranger, os que querem nos criticar, serão os primeiros a dizer que estamos com a sujeira no dente. Ficaremos sim constrangidos, mas no momento que sabemos que a sujeira está lá podemos tirá-la, acabando com o problema e melhorando a nossa imagem.
Então toda vez que aparecer alguém te criticando, seja mais paciente, aceite a crítica, reflita sobre ela, pode ser que realmente exista algo de errado com a sua atitude e procure sempre se corrigir para buscar o desenvolvimento.
Diga a seu inimigo: “Obrigado! A cada crítica sua eu vejo onde estou errando, me corrijo e me desenvolvo cada vez mais.”
Sei que é muito difícil aceitar uma crítica, eu tenho sérios problemas com isso, mas estou trabalhando esse meu lado. E enquanto vocês não virarem monges zen budistas cheios de paciência, no pior dos casos vocês podem aceitar a dica do meu irmão Felipe: “Alguém te critica, você dá um soco na cara dele, aceita a crítica, reflete e se corrige!”
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Tb tenho problemas com críticas, principalmente se é em alguma coisa que eu criei, tipo uma música e tal. E geralmente costumo dramatizar muito as coisas.
Temos que deixar o orgulho de lado um pouco, porém não deixar que uma crítica te faça desviar dos seus ideais, tornando-o volúvel.
PS: Monge é com G de gato. Monja é com J de Jardim.
Tá vendo, era só pra ver quem era bonzinho e não ia me falar que estava errado!!
Já corrigi! Valeu!
Procurando fotos legais, o google me trouxe ao seu blog. Gostei muito. Volto com mais calma depois… =)
Elenita
Olá Daniel!
Nossa, estou impressionada e fascinada com o seu jeito de pensar e lídar com as situações.
Gostei muito do seu blog e das mensagens que passa nele.
Também faço Kung Fu, e por coincidência, abri seu blog e muita coisa me incentivou e reviveu em mim tudo que eu precisava para voltar a inspiração de viver a minha arte dia após dia.
Continue assim, Daniel, você é brilhante, e além de tudo ilumina aos que estão a sua volta!
Espero poder desfrutar cada mais de palavras como essas que li aqui.
São palavras vivas.
Abraços e saudações marciais,
Thaíz Altiva.
Será que foi por acaso que achei teu blog? Acho que não! Pois, não existe o “acaso”… Meus pensamentos foram guiados por algum proposito, e tenho que admitir, que o seu texto me fez refletir sobre essa grande verdade. Obrigado!!!