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Antes de PartirEstá aí um filme que vai entrar na minha lista dos “Filmes que fazem pensar na vida”.

Com Jack Nicholson e Morgan Freeman (dois atores que eu acho show), Antes de Partir (Bucket List) é uma comédia dramática que conta a história de dois homens doentes terminais que se conhecem no hospital, descobrem que têm pouco tempo de vida e resolvem viver o que não viveram em toda as suas vidas por estarem ocupados demais trabalhando.

Ao descobrirem que estão morrendo eles escrevem a “bucket list”, uma lista das coisas que eles querem fazer antes de “kick the bucket”, que é o equivalente a “bater as botas” em português. E a partir dessa lista eles começam a ir atrás de seus desejos, descobrindo coisas novas, sentindo coisas novas e vivem os melhores 3 meses de suas vidas.

Além do filme ser gostoso de assistir, nos fazendo rir e chorar, ele me fez refletir muito, me fez questionar o modo como estou vivendo a minha vida. Será que estou realmente aproveitando a viagem da vida ou estou apenas passando por ela? Será que estou vivendo plenamente? Ao final da vida eu vou olhar para trás e dizer “Pronto, eu realmente usei da melhor forma possível essa vida que Deus me deu”?

Decidi que vou fazer a minha bucket list, nela vou escrever todos os meus desejos, sendo eles pequenos ou grandes e a partir disso vou analisar a minha vida e ver o que eu estou fazendo ou o que devo fazer para alcançá-los. Depois eu coloco um post só sobre isso!

Se você ainda não assistiu, assista. Depois você me conta o que achou! 😀

Às vezes, você só precisa de um prazo final para colocar sua vida nos trilhos.

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Live Simple

Live SimpleQuem nunca reclamou que não tem tempo pra nada e que não consegue fazer todas as coisas durante o dia?

Acredito que a maioria das pessoas precisaria de um dia com umas 30 horas para fazer as coisas que gostaria. Mas como ainda não inventaram o dia de 30 horas o jeito é otimizar nossas atividades para que seja possível fazermos nossas coisas com o dia de 24 horas mesmo. 🙂

E a pergunta de 1 milhão de dólares é: “Como vou otimizar minhas atividades????”

Navegando pela web encontrei um livro eletrônico chamado Live Simple. Neste livro o autor dá várias dicas de como simplificar a sua vida para diminuir o tempo/dinheiro gasto em certas atividades. Ele fala, por exemplo, para acabarmos com as nossas tranqueiras sem utilidade (vai falar que você não tem algumas tranqueiras? 🙂 ), pois gastamos muito tempo cuidando delas, precisamos limpar, juntar, arrumar e isso demanda tempo; fala para evitarmos de pegar trânsito morando próximo ao trabalho (ainda mais aqui em São Paulo), entre outras coisas. Em alguns pontos acho ele até radical demais, mas muitas dicas são válidas.

Além de simplificar as coisas acho muito importante descobrirmos para onde o nosso tempo está indo, podemos anotar quanto tempo gastamos nas atividades durante o dia e se essas atividades são realmente importantes.

É claro que não vamos anotar tudo nos mínimos detalhes, como o tempo que demora pra ir da cozinha até o banheiro (que se for uma dor de barriga será bem rápido 🙂 ) ou o tempo gasto amarrando os sapatos. O ideal é anotar as tarefas maiores e que demandam mais tempo, senão só a tarefa de anotar o tempo já vai consumir muuuuito tempo!!

Você pode, por exemplo, anotar quanto tempo você gasta no trânsito, quanto tempo você gasta assistindo televisão, quanto tempo você demora para arrumar o quarto, etc.

O meu amigo Dui escreveu um post bem legal sobre como controlar o tempo gasto nas suas atividades, veja aqui.

Ao criar o seu log de atividades você pode procurar pontos em que o seu tempo está sendo mal gasto e ir ajustando as suas atividades afim de otimizar esse tempo. Você vai identificar quais os pontos em que você está gastando mais tempo e ver se realmente precisa alocar tanto tempo assim naquela atividade ou se existe algum modo mais eficiênte de executá-la (talvez simplificando a atividade).

Além disso você consegue ver se está gastando mais tempo nas atividades importantes ou nas não importantes (espero que você saiba quais são as atividades importantes para você! 🙂 ).

Depois que você simplificar a sua vida e parar de gastar tempo em atividades inúteis, (isso mesmo, pare de assistir televisão), você vai ver como o tempo passa a ser melhor aproveitado e como você consegue realizar várias coisas no seu dia de “apenas” 24 horas.

Luxação de Ombro

OmbroÉ meus caros… Aos 14 anos eu sofri minha primeira luxação de ombro. Foi uma luxação do ombro direito devido a um trauma (também conhecido como capote 🙂 ) jogando futebol. Naquela época eu fui em um ortopedista bem competente e o tratamento foi muito bem feito. Fiquei o tempo necessário imobilizado, o tratamento pós-traumático foi muito bem realizado e o braço ficou bem preso no lugar.

Algum tempo depois fomos a “la playa”, e esse que vos fala foi dar um mergulho naquele mar bonito e refrescante.

Então, como diz o script, o garotão esperou a onda vir para dar aquele “tchibum” acrobático.

– “Opa! Lá vem a onda, é agora!”

Garotão sai correndo, feliz e ululante em direção a onda e se joga magnificamente, fazendo poses voadoras no mais belo estilo super-homem.

Eis que a nossa amiga onda se rebela e resolve ir embora, voltando para o mar, sobrando somente uns centímetros de água e um belo banco de areia, banco o qual nosso herói (sim, eu mesmo) se espatifou, caindo em cima do braço e novamente sofrendo uma luxação do ombro. Detalhe: dessa vez foi o ombro esquerdo.

Resumindo a história: após vários minutos procurando um médico com o braço pendurado e com muita dor, sei lá como, meu braço entrou no lugar. Aí finalmente chegamos em um hospital e quando o médico viu meu ombro, que já estava no lugar, falou que não tinha nada ali e desconfiou que eu realmente tinha deslocado o ombro. Então ele colocou uma tipóia meia boca e me mandou embora.

De volta à São Paulo alguns dias depois eu fui em outro ortopedista bem tosco, ou seja, tratamento mal feito, não fiquei nada imobilizado e o pós-traumático foi ridículo.

Resultado: A lesão não cicatrizou direito e o ombro voltou a luxar uma série de vezes…

Contando bem por cima:

  • Patinando: 3x
  • Futebol: 1x
  • Capoeira: 1x
  • Kung Fu: 2x

Eu já tinha ouvido falar que em casos reincidentes a única solução é a cirurgia, e depois que o ombro deslocou a primeira vez no Kung Fu, uns 2 meses atrás, eu fui em 3 especialistas em ombros para ver se eu conseguiria fugir da cirurgia, mas todos indicaram entrar na faca 😦 . Teimoso que eu sou não marquei a cirurgia. Porém na semana passada meu ombro deslocou novamente no Kung Fu, então decidi que vou fazer a cirurgia (ou não), só preciso ver o dia certinho para marcar.

Pelo que vi, hoje existem 2 métodos mais comuns de cirurgia, a cirugia aberta e a cirurgia por artroscopia.

A cirurgia aberta é bem mais intrusiva, como o próprio nome diz, o seu ombro é aberto, os tecidos lesionados são reconstruídos e fixados com a utilização de pinos cirúrgicos e o ombro é fechado de volta. Esse procedimento é mais demorado e acaba afetando os tecidos normais, e portanto a recuperação é mais demorada, levando de 9 a 12 meses e existe ainda a possibilidade da redução da amplitude de movimentação do braço, além de deixar uma cicatriz maior.

Já a cirurgia por artroscopia é mais tranquila, são feitos pequenos furos no ombro e é introduzida uma micro-câmera que vai mostrando onde existem tecidos lesionados, esses tecidos são grampeados com a utilização de uma âncora cirúrgica que o corpo absorve mais tarde. Como esse método é menos intrusivo a recuperação é mais rápida e varia de 6 a 9 meses, além da cicatriz ser bem menor, apenas alguns furinhos.

Perguntei para o ortopedista quem seria louco de fazer a cirurgia aberta, já que ela é bem mais agressiva que a outra e ele me disse que existem 2 motivos principais: um deles é que a cirurgia aberta é indicada para casos mais graves, em que a lesão já está bem evoluída, e o outro motivo é que a reincidência com a cirurgia por artroscopia é maior no caso de atividades de alto impacto.

No meu caso foi indicado a cirurgia por artroscopia, o que me agradou bastante, pois a recuperação será bem mais rápida e poderei voltar logo para os meus treinos de Kung Fu.

Bom, espero resolver logo esse problema…

Boa sorte para mim! 🙂

Medalhas Campeonato Kung FuNesse domingo eu e o Lucas participamos do nosso primeiro campeonato de kung fu, o Campeonato Inter-Estados Kung Fu 2007.

Nós dois fizemos o Kati Tan Tui, que entra na categoria mãos livres estilo norte. O Lucas ficou na categoria iniciante de 9 a 12 anos e eu entrei na iniciante adulto.

Apesar da ansiedade da estréia, não fizemos feio.

O Lucas se apresentou primeiro e, na minha opinião imparcial de pai babão 😀 , ele detonou! Tirou nota 9,09, conseguindo a terceira colocação, ficou apenas 0,02 pontos atrás do primeiro colocado e 0,01 atrás do segundo colocado. Eu me apresentei bem mais tarde, era por ordem de idade e os “véiãos” ficaram por último 😀 , tirei nota 9,01 e consegui ficar em primeiro lugar na categoria!!! Não, eu não era o único competidor e não tinha somente velhos gagás… 😀

Foi uma experiência muito enriquecedora, recomendo a todos aqueles que praticam alguma atividade esportiva (não necessáriamente Kung Fu) que, se tiverem a oportunidade, participem de alguma forma de competição.

Na minha opinião esses eventos são um prato cheio para adquirir novos conhecimentos. Primeiro porque trabalha muito o nosso emocional por termos que nos apresentar na frente de um monte de gente torcendo contra ou a favor e por termos que lidar com as sensações de vitórias e derrotas.

Além disso é um local onde podemos conhecer diversas pessoas com o mesmo interesse, conhecer novas formas e movimentos, e o mais importante, podemos avaliar o nível dos outros participantes e assim avaliar nosso próprio nível, identificando quais são os pontos em que precisamos melhorar e o quanto falta para chegar no nível dos melhores.

Muitas vezes achamos que somos realmente bons em alguma coisa e por isso paramos de evoluir, mas isso porque estamos inseridos em um ambiente restrito (na academia por exemplo), e ao sair para um mundo mais amplo (no caso o campeonato), descobrimos que existem pessoas muito melhores que nós, e que ainda existe muito espaço para melhorarmos. É uma ótima oportunidade de “reality check”.

Abraços a todos e até mais!

Que Venham os Inimigos!

TibetOs monges tibetanos acreditam que os melhores professores são os nossos inimigos que nos ensinam a ter paciência e compaixão.

Andei pensando no assunto e conversando com a minha mestra de Reiki ela também me disse que as pessoas boazinhas não nos ajudam ou ajudam pouco com o nosso desenvolvimento.

Ela explicou que os bonzinhos não nos desafiam, não nos criticam, não apontam os nossos erros, e com isso não nos indicam onde precisamos melhorar.

Já nossos inimigos, nos desafiam, nos fazem sair de uma posição de conforto e nos obrigam a agir para superar esses desafios, nos fazendo crescer. Aqueles que nos criticam apontam nossos erros, permitindo que tenhamos consciência deles e possamos refletir, procurando corrigí-los e assim nos desenvolver.

Ela deu um exemplo simples mas que ilustra a situação. Acontece quando estamos com uma sujeira no dente (a famosa couve 😀 ), os bonzinhos ficam com receio de nos constranger ou de nos chatear e não avisam da sujeira no dente, com isso acabamos ficando com a sujeira lá fazendo mal à nossa imagem. Por outro lado os que querem nos constranger, os que querem nos criticar, serão os primeiros a dizer que estamos com a sujeira no dente. Ficaremos sim constrangidos, mas no momento que sabemos que a sujeira está lá podemos tirá-la, acabando com o problema e melhorando a nossa imagem.

Então toda vez que aparecer alguém te criticando, seja mais paciente, aceite a crítica, reflita sobre ela, pode ser que realmente exista algo de errado com a sua atitude e procure sempre se corrigir para buscar o desenvolvimento.

Diga a seu inimigo: “Obrigado! A cada crítica sua eu vejo onde estou errando, me corrijo e me desenvolvo cada vez mais.”

Sei que é muito difícil aceitar uma crítica, eu tenho sérios problemas com isso, mas estou trabalhando esse meu lado. E enquanto vocês não virarem monges zen budistas cheios de paciência, no pior dos casos vocês podem aceitar a dica do meu irmão Felipe: “Alguém te critica, você dá um soco na cara dele, aceita a crítica, reflete e se corrige!” 😀 .

Kung Fu - Faixa LaranjaNo último final de semana fizemos mais um exame de faixa no Kung Fu, dessa vez foi para completar o 2º Dhii (faixa amarela) e passar para o 3º Dhii (faixa laranja).

Completamos 5 meses de treino (2 meses na faixa amarela), e já avançamos dois níveis.

Em todos os exames são atribuídas notas nas técnicas e nos exercícios de resistência, e ao final o Sifu divulga a colocação para a faixa em questão. Nesse exame eu fiquei em primeiro lugar e o Lucas ficou em segundo (eita orgulho do paizão)! E antes que vocês perguntem não éramos apenas nós dois! 😀

Dessa vez o exame consistiu em:

  • Juramentos 1-4
  • Resistência 1 minuto (cavalo e crucifixo)
  • Posturas Básicas nº 02
  • 10 flexões (palma, punho e dedos)
  • 30 abdominais (tronco, joelho, erguido)
  • Kati Tchon I Tchen
  • Aplicações de Tan Tui (4-6)
  • Básico de pernas
  • Básico de mãos

Agora o treino começa a ficar muito mais puxado, requer muito mais resistência física e concentração, mas estou orgulhoso do nosso comprometimento com o Kung Fu, estamos treinando sério e constantemente. Acredito que vamos evoluir bastante se continuarmos assim.As fotos já estão no meu flickr.

E rumo ao 4º Dhii! 😀

Viagem ao Chile

No final do mês passado eu saí de férias e fui fazer uma viagem ao Chile com a adorável companhia do meu filhão Lucas e do meu brother Ale.

A Preparação

Não sabíamos muito bem o que iríamos fazer lá, a única coisa que tinhamos certeza era que queriamos ver neve e esquiar… Com esse plano em mente, começamos a pesquisar locais, pensar em um roteiro e fazer cotações.

Como tínhamos apenas uma semana, decidimos conhecer Santiago, a capital do Chile que fica na parte central, e o sul do Chile, onde se encontram os vulcões e regiões dos lagos, deixando o norte, com o deserto do Atacama, para uma próxima viagem. 🙂

Vimos uma série de pacotes em várias agências de viagens, e os preços variavam muito de uma pra outra, vale muito a pena pesquisar bastante antes de fechar. No final não fechamos nenhum pacote, montamos nosso próprio pacote e saímos fazendo as reservas.

Primeiro compramos as passagens! Agora era certeza que iríamos, só não tinhamos lugar pra ficar ainda… 🙂 Conseguimos pegar 2 passagens de ida e volta com pontos do programa de Fidelidade TAM, isso já reduziu muito o valor gasto na viagem. Depois escolhemos um vôo mais barato, o problema é que fazia 2 escalas no Paraguai e isso fez a viagem ficar mais longa e cansativa, então uma dica é: se conseguirem pegar um vôo direto é melhor!

Depois, por recomendação do André (amigo do trabalho) , entrei em contato com a agência de turismo Gateway, fui mega bem atendido pela Andréa que é uma das donas da agência e também recomendo pra todos o trabalho deles. Na agência eu vi algumas opções de estadia e de locação de carro e acabei fechando com eles.

Nosso roteiro final ficou assim:

  • Dia 22: saída de São Paulo e chegada em Santiago;
  • Ficariamos 2 dias em Santiago;
  • Dia 24: saída de Santiago e chegada em Pucón;
  • Ficariamos 4 dias em Pucón;
  • Dia 28: saída de Pucón e volta à Santiago;
  • Ficariamos 1 dia em Santiago;
  • Dia 29 saída de Santiago e volta à São Paulo.

E lá vamos nós…

Saída de São Paulo

No meio da crise área brasileira, e depois de 4 dias do acidente com o avião da TAM, pegamos o vôo às 9:30 da manhã do dia 22 com “apenas” 1 hora e meia de atraso. Mas só isso não ia abater os empolgados viajantes que já iam treinando o seu portunhol desde o início, no estilo “Yo no hablo español, pero soy muy caliente!”.

A viagem foi bem tranquila, mas demorada devido às escalas, e com vistas maravilhosas, pudemos ver as cataratas do Iguaçu próximo à triplice divisa do Brasil, Paraguai e Argentina, e vimos as montanhas imponentes e cheias de neve da Cordilheira dos Andes.

Chegamos em Santiago às 13:30 (lá é 1 hora a menos que em São Paulo) e a temperatura estava 8º C, longe do que ainda iriamos enfrentar…

Santiago

Chegamos em Santiago e precisávamos passar pela imigração chilena para entregar alguns documentos para comprovar que não iríamos ficar lá pelo Chile, e, de cara, colocamos em prática nosso espanhol avançado: “Bamos para la imigración para entregar los papelotes!” … quase fomos presos… 😀

Saindo da imigração fomos à Hertz e pegamos o carro que haviamos alugado, um Toyota Yaris. A melhor coisa é essa comodidade de pegar o carro no aeroporto e já sair andando com ele de lá.

Nosso hotel ficava em Providencia, na Região Metropolitana de Santiago, no centro econômico do país. Excelente localização, perto das principais avenidas, com diversas lojas e restaurantes, além de ser muito limpa, bonita e com os Andes como pano de fundo!

Em Santiago existem uma série de passeios que podem ser feitos, um deles é o Parque Metropolitano de Santiago. No parque você pode andar no Funicular, que é um trenzinho puxado por cabos de aço, pode andar de teleférico, visitar o zoológico, etc, além de ter uma vista linda de Santiago e dos Andes.

Também existem diversas viñas (vinículas) ao redor de Santiago para visitar, como a Viña Aquitania, onde você pode conhecer o processo de fabricação dos vinhos, conhecer os estabelecimentos e ainda degustar os melhores vinhos da casa.

E ainda fica como dica um passeio à estação de ski de Valle Nevado, que fica perto de Santiago mas que não pudemos ir. Ela é bem recomendada por várias pessoas.

Depois de conhecer Santiago pegamos o carro e nos dirigimos para o Sul, a estrada é exceletente e as paisagens são fenomenais e depois de 800 km chegamos em…

Pucón

Essa cidade é show, e recomendo muito que vocês conheçam a cidade, falo pra todos que minha casa de inverno será em Pucón… Pelo menos até eu conhecer outros lugares tão bons quanto… 😀

Pucón é uma cidade pequena, excelente para quem procura contato com a natureza, pois ela é rodeada de muito verde, lagos, montanhas e vulcões. As casas são, em sua maioria, feitas de madeira, em um estilo mais rústico, porém muito aconchegante. Lá nos hospedamos nas Cabañas Monte Verde, que são fenomenais. As cabanas ficam de frente para o lago Villarrica, oferecendo uma vista animal, e ainda fica próxima a um dos vulcões mais ativos do mundo, o vulcão Villarrica.

A região é bem voltada para o turismo ecológico, eles oferecem diversos tipos de passeios, desde cavalgadas até escalada ao topo do vulcão, além de ter a estação de ski na base do vulcão.

Nós fizemos dois passeios desses, um foi a tirolesa, que na verdade são 6 tirolesas somando 3,4 km sendo a maior dela de 1km em que chegamos a aproximadamente 60km/h. No mesmo lugar existem as termas, mas nem entramos na água, só demos uma olhada.

E também fomos realizar nosso desejo principal, que era ver neve e esquiar no vulcão Vilarrica, onde, na verdade fomos mais deitados do que em pé!! Era um tombo atrás do outro e neve entrando em todo lugar… 🙂
Para chegar na estação de ski é bom ir bem cedo, pois a fila é grande. E também é bom ir com um carro 4×4 ou com correntes nas rodas, a estrada é beeem molhada e escorregadia.

Ah, e além disso lá os carabineiros (policiais) são super prestativos, pois tivemos um pequeno contratempo, sofremos um acidente de carro e fomos parar na delegacia. Mas fomos super bem atendidos, e mesmo falando um portunhol sofrível eles tiveram muita paciência e resolveram nosso problema de imediato.

Depois de muita neve e muitos tombos saímos de Pucón e chegamos…

Novamente em Santiago

Depois da cansativa viagem chegamos de volta a Santiago, ficamos hospedados no hotel Four Points by Sheraton, que também fica em Providencia. O hotel é show, e o café da manhã então, nem se fala 🙂 , só que diária é um pouco mais cara que os demais hoteis, mas se você tiver uma reserva a mais vale o investimento…

Como chegamos tarde, só saímos para jantar e voltamos para o hotel para dormir e nos preparar para estar…

De Volta a São Paulo

Após passar o dia inteiro no aeroporto, com atrasos nos vôos (pra variar 😦 ), chegamos de volta a São Paulo.

A viagem foi muito show, foi a primeira vez que o Lucas saiu do Brasil e a primeira vez que nós dois vimos neve, só o Ale que já tinha visto. Agora ficam as fotos e as boas lembranças vividas ao lado de pessoas especiais.

Vejam as fotos da viagem no meu flickr.

Até a próxima… 🙂